O aborto e o feto
A palavra já entrega o que muitos tentam esconder.
"A palavra feto vem diretamente do latim fetus (ou foetus), cujo significado original você já conhece: cria, prole, fruto ou geração."
É o nome antigo de quem está sendo gerado.

Antes de ter nome no cartório, esse filho já tem história com Deus.
“... no ventre de minha mãe ... de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; ... os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito ... os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.” (Salmos 139:13-16).
“Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta.” (Jeremias 1:5).
No Evangelho, João Batista ainda no ventre de Isabel exulta diante de Jesus, também no ventre de Maria:
“E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo. E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. E de onde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre.” (Lucas 1:41-44 | ACF).
O aborto segue crime no Brasil, com três hipóteses não puníveis: risco de vida da gestante, gravidez de estupro e anencefalia. No entanto, discordar dessas exceções em nome da fé ainda é permitido.
Porém, há uma nuance maior nessa questão: grande parte dos defensores da prática justificam suas intenções em simplesmente desejar interromper a gravidez (m*tar o feto) por que não o quer.
Chamam isso de “planejamento familiar” ou “direitos reprodutivos”.
Reprodução é o oposto de aborto!
A Escritura não trata o bebê como parte do corpo da mãe.
Trata como pessoa. É preciso repetir o óbvio: o feto é um indivíduo!
Portanto, interromper sua vida é pecado gravíssimo, diante de Deus. Pois, “…os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.” (Salmos 127:3)
Lembre-se do mandamento “não matarás” (Êxodo 20:13)
Leia também: (1Coríntios 6:9-10; 1 João 3:15; Apocalipse 21:8; Apocalipse 22:15).
O feto não tem nenhuma culpa das consequências das ações dos adultos.
Portanto, Deus não aprova “…mãos que derramam sangue inocente…” (Provérbios 6:17).
Eliminar o próprio filho pelo egoísmo de viver uma vida sem a responsabilidade de criá-lo, ou por causa de uma relação íntima fora do casamento por exemplo, faz com que a criança receba a culpa da atitude impensada dos pais e quebra o princípio de responsabilidade pessoal:
“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.” (Ezequiel 18:20)
O mundo prega a imoralidade, estimulando o desenfreamento sexual, mas não aceita arcar com as consequências dessas escolhas.
Por isso a Igreja não pode chamar de cuidado o que interrompe uma vida inocente que Deus formou. Defender a mãe e defender o filho não são causas opostas.
As duas vidas importam.
A gravidez inesperada pede acolhimento, verdade e ajuda concreta, mas não a morte de quem não pode se defender.
O fruto do ventre não é um problema a ser resolvido. É uma vida a ser guardada!
“Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou não nos formou do mesmo modo na madre?” (Jó 31:15)
Jó não estava falando de um estranho. Falava de alguém que a sociedade já tinha diminuído, e lembrava que o mesmo Deus os tinha formado na madre.
A reflexão é a mesma para nós!
O bebê no ventre e a pessoa que lê esta frase foram tecidos do mesmo modo, pelo mesmo Criador. Não há dois pesos na madre: um filho e um problema. Há uma só obra de Deus, em dois corpos.
Se a vida que está em você foi formada por Ele, a vida que está no ventre também foi. Defender uma e descartar a outra é desfazer o que o próprio Jó se recusou a fazer.
Sua vida tem um propósito, você também nasceu, cresceu e teve o privilégio de gerar, não descarte seu legado.
Se essa palavra alcançou você, compartilhe. E, se estiver grávida e com medo, procure uma igreja, uma casa de apoio à gestante ou alguém que caminhe com você até o fim. Deus não rejeitou você nem seu filho. Talvez, Deus te deu um profeta como Jeremias!
“…os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão… (Atos 2:17)
Se essa palavra alcançou você, compartilhe. E, se estiver grávida e com medo, procure uma igreja, uma casa de apoio à gestante ou alguém que caminhe com você até o fim. Você não está sozinha. O seu filho também não. Talvez, Deus te deu um profeta como Jeremias!
“…os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão… (Atos 2:17)
O mundo ensinou o pecado, mas não avisou das consequências. Se sua gravidez foi por causa de viver aventuras, ainda há tempo de restauração:
“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, ordena agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17:30,31 | ACF)
Se arrependa, obedeça a Deus, escolha a vida e receba a bênção:
“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Deuteronômio 30:19 | ACF)







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