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O aborto e o feto

há 8 minutos
4 min de leitura

A palavra já entrega o que muitos tentam esconder.


"A palavra feto vem diretamente do latim fetus (ou foetus), cujo significado original você já conhece: cria, prole, fruto ou geração."


É o nome antigo de quem está sendo gerado.


aborto e o feto

Antes de ter nome no cartório, esse filho já tem história com Deus.


“... no ventre de minha mãe ... de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; ... os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito ... os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.” (Salmos 139:13-16).

“Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta.” (Jeremias 1:5).

No Evangelho, João Batista ainda no ventre de Isabel exulta diante de Jesus, também no ventre de Maria:


“E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo. E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. E de onde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor? Pois eis que, ao chegar aos meus ouvidos a voz da tua saudação, a criancinha saltou de alegria no meu ventre.” (Lucas 1:41-44 | ACF).

O aborto segue crime no Brasil, com três hipóteses não puníveis: risco de vida da gestante, gravidez de estupro e anencefalia. No entanto, discordar dessas exceções em nome da fé ainda é permitido.


Porém, há uma nuance maior nessa questão: grande parte dos defensores da prática justificam suas intenções em simplesmente desejar interromper a gravidez (m*tar o feto) por que não o quer.


Chamam isso de “planejamento familiar” ou “direitos reprodutivos”.

Reprodução é o oposto de aborto!


A Escritura não trata o bebê como parte do corpo da mãe.

Trata como pessoa. É preciso repetir o óbvio: o feto é um indivíduo!


Portanto, interromper sua vida é pecado gravíssimo, diante de Deus. Pois, “…os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.” (Salmos 127:3)

Lembre-se do mandamento “não matarás” (Êxodo 20:13)


Leia também: (1Coríntios 6:9-10; 1 João 3:15; Apocalipse 21:8; Apocalipse 22:15).

O feto não tem nenhuma culpa das consequências das ações dos adultos.

Portanto, Deus não aprova “…mãos que derramam sangue inocente…” (Provérbios 6:17).


Eliminar o próprio filho pelo egoísmo de viver uma vida sem a responsabilidade de criá-lo, ou por causa de uma relação íntima fora do casamento por exemplo, faz com que a criança receba a culpa da atitude impensada dos pais e quebra o princípio de responsabilidade pessoal:


“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.” (Ezequiel 18:20)

O mundo prega a imoralidade, estimulando o desenfreamento sexual, mas não aceita arcar com as consequências dessas escolhas.


Por isso a Igreja não pode chamar de cuidado o que interrompe uma vida inocente que Deus formou. Defender a mãe e defender o filho não são causas opostas.

As duas vidas importam.


A gravidez inesperada pede acolhimento, verdade e ajuda concreta, mas não a morte de quem não pode se defender.


O fruto do ventre não é um problema a ser resolvido. É uma vida a ser guardada!

“Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou não nos formou do mesmo modo na madre?” (Jó 31:15)

Jó não estava falando de um estranho. Falava de alguém que a sociedade já tinha diminuído, e lembrava que o mesmo Deus os tinha formado na madre.

A reflexão é a mesma para nós!


O bebê no ventre e a pessoa que lê esta frase foram tecidos do mesmo modo, pelo mesmo Criador. Não há dois pesos na madre: um filho e um problema. Há uma só obra de Deus, em dois corpos.


Se a vida que está em você foi formada por Ele, a vida que está no ventre também foi. Defender uma e descartar a outra é desfazer o que o próprio Jó se recusou a fazer.

Sua vida tem um propósito, você também nasceu, cresceu e teve o privilégio de gerar, não descarte seu legado.


Se essa palavra alcançou você, compartilhe. E, se estiver grávida e com medo, procure uma igreja, uma casa de apoio à gestante ou alguém que caminhe com você até o fim. Deus não rejeitou você nem seu filho. Talvez, Deus te deu um profeta como Jeremias!

“…os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão… (Atos 2:17)


Se essa palavra alcançou você, compartilhe. E, se estiver grávida e com medo, procure uma igreja, uma casa de apoio à gestante ou alguém que caminhe com você até o fim. Você não está sozinha. O seu filho também não. Talvez, Deus te deu um profeta como Jeremias!


“…os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão… (Atos 2:17)


O mundo ensinou o pecado, mas não avisou das consequências. Se sua gravidez foi por causa de viver aventuras, ainda há tempo de restauração:


“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, ordena agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.” (Atos 17:30,31 | ACF)

Se arrependa, obedeça a Deus, escolha a vida e receba a bênção:


“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Deuteronômio 30:19 | ACF)

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Olá, que bom ver você por aqui!

Felipe Morais é servo temente ao Senhor, e atua como pastor, Pós-graduado em Teologia, ...

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